
Uma das maiores figuras da história dos desportos de combate está oficialmente de volta. Ronda Rousey, antiga campeã do Ultimate Fighting Championship (UFC) e medalhista olímpica de judo, anunciou o seu regresso ao MMA após cerca de dez anos afastada da competição profissional.
O combate marcará um dos regressos mais aguardados dos últimos tempos e está agendado para o próximo dia 16 de maio, no Intuit Dome, arena situada em Los Angeles e casa da equipa de basquetebol LA Clippers, da NBA.

Imagem divulgação Netflix
No regresso ao cage, Rousey terá pela frente outra atleta histórica do desporto: Gina Carano, considerada uma das grandes responsáveis pela popularização do MMA feminino nos Estados Unidos.
O confronto coloca frente a frente duas lutadoras que ajudaram a abrir portas para as atuais gerações da modalidade, num combate que promete atrair a atenção mundial dos fãs dos desportos de combate.

Imagem divulgação Netflix
Ronda Rousey não compete desde 2016, altura em que disputou o cinturão da categoria peso-galo do UFC (61,2 kg). Na ocasião, acabou derrotada pela brasileira Amanda Nunes, combate que acabou por marcar o início do seu afastamento dos octógonos.
Ao longo da carreira, a norte-americana construiu um percurso marcante, somando 12 vitórias e apenas duas derrotas, além de sete defesas de título bem-sucedidas entre as organizações Strikeforce e UFC. A sua dominante sequência de vitórias e finalizações rápidas transformou-a numa das maiores estrelas da história do MMA mundial.

Imagem Instagram
Do outro lado estará Gina Carano, outro nome incontornável na evolução do MMA feminino. Com um cartel profissional de sete vitórias e uma derrota, a atleta norte-americana ganhou notoriedade durante os primeiros anos de crescimento da modalidade.
O seu último combate aconteceu numa disputa de cinturão do Strikeforce frente à brasileira Cris Cyborg, encontro que terminou com a única derrota da sua carreira profissional.
O regresso simultâneo de duas figuras históricas cria enorme expectativa entre adeptos e especialistas, não apenas pelo simbolismo do duelo, mas também pelo impacto que poderá voltar a gerar na popularidade do MMA feminino a nível internacional.
A 16 de maio, o mundo dos desportos de combate voltará assim a olhar para uma rivalidade entre duas pioneiras que ajudaram a transformar o panorama da modalidade.

Imagem Instagram