Jiu Jitsu Open Famalicão JJ
IV Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu regressa a 21 de novembro com grandes novidades
O IV Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu realiza-se no dia 21 de novembro e prepara uma edição com novidades para atletas, equipas, treinadores e público. Alexandre Azevedo, um dos responsáveis pela organização, fala sobre o crescimento do torneio, as expectativas para 2026 e a importância de transformar a competição numa verdadeira celebração do Jiu-Jitsu.
28/09/2026 13h07
Por: Redação Fonte: Redação Fight News
Divulgação

Alexandre Azevedo, um dos idealizadores e organizadores do Internacional Open Famalicão deJiu-Jitsu, explica como o torneio cresceu desde a primeira edição e revela as novidades preparadas para 21 de novembro, entre prémios monetários nos absolutos, Festival Kids, maior visibilidade para academias e reconhecimento dos treinadores.

Quando o Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu chegar à quarta edição, a 21 de novembro, a organização quer que o crescimento do torneio seja medido por mais do que o número de atletas em cima do tatame.

O evento regressa a São Cosme, em Vila Nova de Famalicão, com categorias de Kids a Masters, competições em Gi e No-Gi e absolutos. A edição de 2026 está anunciada para a antiga Escola Didáxis, com início às 8h30, e prevê prémios monetários nos absolutos, desde que seja atingido o mínimo de quatro atletas por divisão.

O percurso até aqui ajuda a perceber a dimensão que a organização procura construir. Em 2024, a segunda edição realizou-se no Pavilhão Municipal das Lameiras e reuniu atletas de diferentes idades e níveis competitivos. Um ano depois, a terceira edição mudou-se para o Complexo
Desportivo de São Cosme, onde decorreu a 18 de outubro de 2025, já com Gi e No-Gi, Festival Kids e entrada gratuita para o público.

Para 2026, Alexandre Azevedo, um dos responsáveis pelo Open — fala numa expectativa de chegar a pelo menos 400 atletas. Mais do que aumentar o número de inscrições, porém, a organização pretende dar um passo noutra direção: fazer com que a competição também
funcione como espaço de exposição para atletas, academias e treinadores. Bandeiras das equipas junto ao pódio, entrevistas aos campeões dos absolutos, reconhecimento dos head coaches e melhorias na estrutura fazem parte dessa estratégia. Para Azevedo, há uma
ideia que atravessa todo o projeto: competir não deve ser apenas procurar uma medalha. É também colocar à prova aquilo que se constrói diariamente no treino.

“A competição é a cereja do bolo do Jiu-Jitsu”, resume.

FightNews: A 21 de novembro realiza-se a quarta edição do Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu. Que expectativas tem para esta nova edição e o que representa para si ver o evento chegar à sua quarta edição?

Alexandre Azevedo: Boas, malta. Aqui é Alexandre Azevedo, sou um dos organizadores do Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu e este ano temos grandes novidades. A expectativa é muito boa para ter um evento para, no mínimo, 400 atletas.

Este ano também temos premiação no absoluto para, no mínimo, quatro atletas inscritos no absoluto. A premiação será em dinheiro e também há prendas de alguns patrocinadores, que estarão lá a divulgar o seu material.

O mais importante é que este ano o evento decorra com a maior limpeza possível, ou seja, tenha uma rotatividade boa, uma dinâmica boa, melhor ainda do que a do ano passado. E a ideia é que possamos receber mais e mais pessoas no nosso pavilhão, que é um pavilhão com toda a estrutura. Tem estacionamento à vontade para toda a gente, o estacionamento não é pago, é gratuito para familiares, para equipas de Jiu-Jitsu, para quem vem lutar e também para quem vem torcer e apoiar os atletas que irão fazer parte desta grande festa aqui em Famalicão.

A expectativa é de sucesso total. Temos todo o apoio da Câmara, de estrutura, e a ideia é que todas as equipas da região, tanto aqui de Famalicão, como de Braga, Guimarães, Porto, Coimbra, Aveiro e também Lisboa, Espanha, alguns atletas de Espanha, alguns atletas da América Latina, América em geral.

A expectativa é muito boa e estamos aqui dispostos a fazer uma grande festa de qualidade, com ética, como sempre, com moral, como sempre. A nossa arbitragem é toda federada em Portugal, então temos toda a estrutura, tanto física como humana, para que tenhamos um evento de excelente qualidade no nosso quarto Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu.

FightNews: Depois do percurso das três primeiras edições, o que mudou na organização e no próprio evento ao longo destes anos?

Alexandre Azevedo: Bem, a cada ano o evento vem sendo melhorado.

No primeiro ano tivemos pouca área de luta, foram poucos atletas. No segundo ano já tivemos que aumentar a área de luta. No primeiro e no segundo ano, o nosso tatame tinha uma certa dificuldade. Então, já no terceiro ano melhorámos, colocámos um tatame mais forte, mais firme, onde ele não precisasse sair do lugar.

E, no nosso quarto ano, temos aí a expectativa de todo um tatame, três áreas de tatame, para usufruirmos de grandes lutas.

Melhorámos também desde o primeiro evento. A cada evento aprendemos muito, mas temos experiência em realizar eventos, então a cada ano vamos melhorando o evento em virtude da quantidade de público que vai chegando. A cada ano mais atletas, a cada ano interesse até de profissionais em apoiar o evento, estar lá a trabalhar como colaborador.

A cada ano melhoramos o nosso espaço. Este ano o evento será no mesmo pavilhão do ano passado, onde tem estacionamento à vontade, um pavilhão bem arejado, tem umas bancadas muito boas também para as famílias, para os adeptos, para as equipas. Balneários para os atletas.

Então, este pavilhão é o mesmo do ano passado, onde gostámos bastante de ter realizado o evento, diferente dos primeiros dois anos da competição.

Outra expectativa grande para este novo evento é o que lá atrás fazíamos. No primeiro evento não teve Festival Kids, no segundo não teve Festival Kids. No terceiro tivemos a experiência de realizar o Festival Kids também, que é uma inserção das crianças na competição, ou seja, o árbitro está sempre ali perto das crianças.

Vai ali até aos 6 anos. A depender da especificidade da criança e da individualidade, ela pode ir até aos 10 anos participar também do Festival Kids. Os professores têm que estar sempre em contacto com a organização para vermos se a criança vai ser adequada à competição de facto, que é o Kids, ou se vai para o Festival Kids.

Este ano o Festival Kids também foi melhorado. As crianças vão fazer atividade de aquecimento, mas também irão lutar. São lutas de dois minutos, onde o árbitro vai estar sempre atento ali.

Chegam a alguma situação, ele levanta as duas crianças, pede para cumprimentar e continua a luta.

Serão dois minutos de luta. E as crianças vão lutar ali mais de uma vez para que elas se sintam bem, que seja uma experiência boa. Quando o árbitro levantar o braço das duas crianças, as duas são vitoriosas.

A cada ano vamos melhorando o evento e este ano também. Esse Festival Kids, aquilo que realizámos no ano passado, este ano, como uma boa experiência do ano passado, também está um pouco mais forte, atraindo mais crianças para essa inserção no meio competitivo.

FightNews: O que podem os atletas e o público esperar de diferente nesta quarta edição do Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu?

Alexandre Azevedo: Os atletas podem esperar uma grande estrutura, uma estrutura de apoio para os atletas, como uma área de aquecimento grande. Temos água para os atletas.

Todos os primeiros 110 inscritos, atletas de competição, também terão uma t-shirt do evento. Todo ano fazemos isso.

Um bónus que também damos aos atletas é a medalha. A cada ano a medalha vem ficando mais bonita e este ano também promete uma excelente medalha. É uma medalha circular de 10 centímetros, provavelmente. Então, uma medalha bonita. A cada ano vamos melhorando a medalha, justamente para o atleta ter aquela vontade a mais de participar do evento.

Aquele atleta que a cada ano vem participando, ele também quer estar sempre no evento, porque gostou, então está sempre voltando.

A ideia também é que as equipas, este ano, possam colocar uma bandeira de cada equipa, todas juntas perto do pódio, onde a ideia é justamente levar a marca das equipas que apoiam o evento, que têm atletas no evento a lutar.

Então, estamos a abrir essa possibilidade de todas as equipas confecionarem a sua bandeira no padrão que estabelecemos na organização, todas iguais no sentido de tamanho e todas juntas, porque juntos estamos ali unidos, toda a gente unida para fazer um evento bonito, um evento de qualidade.

Outra coisa importante: os atletas podem estar sempre ali na expectativa de serem chamados. A luta vai estar sempre na televisão, na área de aquecimento, para chamar o atleta e não perdermos tempo. Estamos sempre ali a levar a dinâmica do evento, deixando-o sempre movimentado.

Talvez ali tenha uma pequena paragem, como todo evento tem, talvez de 30 minutos, que é justamente para o bombeiro fazer uma pausa. Então, a ideia é que nós e os árbitros também façamos uma pausa de 30 minutos, onde não perdemos a dinâmica do evento. Então, os atletas podem ficar tranquilos.

Este ano, tatame melhor ainda do que o do ano passado, toda a estrutura de aquecimento, como já falei, estrutura de água. Balneários limpos, grandes, tudo isso disponível para os atletas.

Estacionamento à vontade para o atleta não se preocupar tanto com estacionamento. Tem estacionamento à vontade, então ele pode estacionar perto do pavilhão ou até 200, 300 metros do pavilhão tem local para estacionar.

FightNews: Para os atletas que ainda estão indecisos ou que estão a pensar participar, que razões destacaria para se inscreverem já nesta quarta edição?

Alexandre Azevedo: Tirar todas as dúvidas dos atletas, principalmente aqueles que ainda estão indecisos em participar do 4.º Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu, a ideia é que o atleta, tanto aquele que ainda não lutou, que não tem a frequência de lutar, participe dessa grande festa, porque a competição é uma celebração, tá?

Então, é tipo a cereja do bolo. A pessoa compete diariamente nos treinos e é uma competição aberta ao público, onde ele irá fazer uma luta com pessoas que, de repente, nunca enfrentou ou que nunca viu.

Então, isso é a cereja do bolo, é a cereja do bolo do Jiu-Jitsu, é uma celebração.

Então, eu acredito que, tanto aquele atleta que não tem a frequência de lutar e quer participar do 4.º Open Famalicão de Jiu-Jitsu, é uma excelente experiência.

No que diz respeito à estrutura, lutas e dinâmica, mais uma vez, como eu falo, também é uma excelente experiência para o público que todo ano vem e irá perceber que o evento a cada ano está melhor.

Também é muito bom, é um evento muito bom para aquele atleta que luta sempre e está aí a visualizar grandes competições como o Europeu, que acontece em janeiro.

Então, o Open Famalicão também pode servir para aqueles atletas indecisos como um laboratório, para que ele melhore o seu jeito de lutar, para que ele comece a entrar no ritmo de competição, para as maiores competições do meio europeu, que é o Europeu de Jiu-Jitsu, que acontece também em Portugal.

O Open Famalicão de Jiu-Jitsu é muito interessante, tanto como laboratório, tanto para realmente lutar para ser campeão, tanto para aquele que quer fazer uma experiência, não compete tanto, mas quer sentir-se à vontade.

Então, o Open Famalicão deixa os atletas bem à vontade, a sentirem-se bem no local para justamente usufruir de tudo isso.

FightNews: Organizar um evento desta dimensão exige certamente muito trabalho nos bastidores. Quais são os principais desafios que enfrenta enquanto responsável pela organização?

Alexandre Azevedo: Como um dos organizadores da competição, como mentor dessa competição, como idealizador dessa competição, toda dificuldade que temos é justamente, às vezes, atrair o apoio das grandes equipas.

Acredito que as grandes equipas, os líderes das grandes equipas, deveriam apoiar, principalmente as equipas do Norte, que estão aqui no Norte de Portugal, deveriam apoiar eventos como esses que nascem ali pequenos e a ideia é, a cada ano, o evento ficar maior.

Quanto mais apoios temos das equipas, dos atletas, do público em geral, estimulando que essa competição aconteça todo ano, é muito importante. Por quê? Porque, politicamente, é muito importante também para a Câmara, que apoia o evento.

Então, é importante que o evento seja sempre, como todo ano, um sucesso.

Então, a maior dificuldade é essa, é justamente convencer aquelas pessoas de que é um excelente evento, convencer aquelas pessoas que nunca vieram ao evento, para que as pessoas entendam que é um evento onde mantemos sempre a ética, a moral, a educação e somos profissionais, entendeu?

Então, o facto de eu também ser treinador de uma equipa, todos sabem que lá eu não estou como treinador de equipa, não estou lá como coach, estou lá como direção da competição.

Quem vem todo ano e me conhece percebe que realmente mantemos ali a ética, mantemos ali uma educação e uma lealdade para esses princípios.

Justamente para todos criarem sempre essa confiança, que é importante trazer os seus atletas para competir, justamente para aumentar essa dimensão que o Jiu-Jitsu é.

Mas, claro, existem grandes dificuldades, às vezes como patrocínio, procurar também patrocínio para apoiar a competição, para poder dar premiação aos atletas.

É um evento apoiado pela Câmara, mas sempre empresas particulares aqui da região de Famalicão estão a apoiar o evento, apoiando o desporto.

E como é um evento que cresce a cada ano, a ideia é sempre atrair mais apoiantes, mais patrocinadores para o evento.

Este ano temos bons patrocinadores, mas ainda estamos aí com algumas vagas para aquelas empresas, aquele empresário, que gostam do desporto, que entendem que o desporto é importante na vida das pessoas.

Estamos aí abertos para que vocês também possam apoiar o evento e possamos dimensionar ainda mais a marca da empresa, a marca do empresário.

Existem as dificuldades, mas a cada ano conseguimos ultrapassar essas pequenas dificuldades.

Só trabalho, trabalho, trabalho e fazemos sempre um evento bom com muito trabalho.

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Fight News: Famalicão tem vindo a afirmar-se como palco de eventos ligados aos desportos de combate. Que importância tem para si levar uma competição desta dimensão para a cidade?

Alexandre Azevedo: O mais importante para nós, organizadores, é justamente fortalecer ainda mais o Jiu-Jitsu na região, fortalecer ainda mais o Jiu-Jitsu no Norte.

Quanto mais o evento cresce, mais curiosos, mais pessoas com vontade de experimentar e de praticar Jiu-Jitsu.

Quanto mais temos eventos desse porte, mais atraímos equipas para os eventos, atletas, público em geral, que vejam muitos benefícios no Jiu-Jitsu para as pessoas.

O Jiu-Jitsu é uma ferramenta de desenvolvimento.

Então, quanto mais aumentarmos esse evento, quanto mais atletas vierem para o evento, quanto mais público vier participar desse evento que cresce a cada ano, mais forte o Jiu-Jitsu fica em Famalicão.

É bom para todas as escolas de Famalicão, é bom para todos os praticantes e amantes da luta.

Em Famalicão e também para o distrito de Braga em geral.

O mais importante é que passemos para o público, principalmente aquele que ainda está na dúvida de praticar Jiu-Jitsu ou não, que o Jiu-Jitsu é uma excelente ferramenta de desenvolvimento pessoal.

E o desporto, a competição, transmite para as pessoas que a vida também é uma competição. E é necessário estarmos sempre a formar-nos para estabelecer laços fortes, bases fortes, pilares importantes na vida.

Como formador, como educador, eu digo: o Jiu-Jitsu atravessa barreiras muito importantes. E aquilo que aprendemos no tatame, levamos para a vida.

O Jiu-Jitsu é isso.

Quanto mais aumentarmos o Jiu-Jitsu na região, fazendo com que Famalicão a cada ano atraia mais atletas, também temos o propósito de deixar essa competição no calendário oficial da Federação Portuguesa de Jiu-Jitsu Brasileiro.

Quanto mais fazemos eventos desse porte com qualidade, é bom para todos. Tanto para todas as equipas, quanto para todos os atletas, é bom para o público, bom para Famalicão.

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FightNews: Uma das grandes preocupações dos eventos de Jiu-Jitsu é garantir que, para além da competição, os atletas e as academias tenham visibilidade. Que diferenciais estão a ser preparados nesta quarta edição nesse sentido? Que novas ações estão a implementar este ano para aumentar a exposição dos atletas, das equipas e das academias participantes?

Alexandre Azevedo: Este ano temos grandes novidades para as equipas e para os atletas que irão fazer parte e apoiar o evento.

A ideia principal deste ano é que cada equipa possa confecionar a sua bandeira para podermos expor a sua escola no pódio.

Expor todas as bandeiras das escolas, tanto de Famalicão, quanto de Braga, quanto de Coimbra, público em geral. Do Norte, do Sul do país.

Confecione a sua bandeira nos padrões que estabelecemos aqui na organização. Qualquer dúvida também pode entrar em contacto connosco e vamos passar as medidas em que as bandeiras podem ser feitas, para que, no dia da competição, elas estejam expostas junto ao pódio, todas juntas, porque todos nós juntos estamos a apoiar o evento.

Independentemente de qualquer rivalidade entre as equipas, entre os atletas, o mais importante é a festa do Jiu-Jitsu.

É a cereja do bolo que todo mundo deve comer. Todo mundo deve participar dessa festa, dessa celebração.

Este ano também temos algumas coisas diferentes para os atletas. Os campeões ali do Absoluto também poderão dar uma entrevista para a Fight News, para que ele possa também atrair para ele patrocinadores, apoios, entendeu?

Isso é muito importante, principalmente para os atletas profissionais que vivem da luta, que lutam como trabalho mesmo, então é muito importante que eles tenham apoio.

Então, essa visibilidade é importante.

As equipas, as bandeiras não serão diferentes umas das outras. Todas iguais, juntas, no pódio, para que estejam expostas para o público, a escola de cada um, como um apoiante da competição, como um apoio à competição, e colocando os seus atletas também para ali participar da nossa festa.

Esse é um dos diferenciais que este ano estamos a trazer de novidade, tá?

Outras novidades poderão surgir até à realização do evento, para que as equipas e os atletas também tenham mais benefícios em participar e apoiar o quarto Internacional Open Famalicão de Jiu-Jitsu.

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FightNews: Por fim, para terminar, muitas vezes fala-se apenas dos campeões e dos pódios, mas por detrás de cada atleta existe uma equipa, uma academia, um treinador e muitas horas de trabalho. O que está a ser feito nesta quarta edição para garantir que todo esse trabalho tenha também visibilidade e reconhecimento? E que mensagem deixa para toda a comunidade do JiuJitsu?

Alexandre Azevedo: Como todo atleta, por trás daquilo ali existem treinadores, existem equipas, existem os parceiros de treino que fazem aquele atleta.

E, portanto, este ano pretendemos reconhecer os head coaches de cada academia, trazendo-os para perto da competição, reconhecendo com uma prenda para cada um e dando essa gratidão por eles fazerem parte do evento.

Toda a equipa, todo o head coach que vier à competição, vamos ter essa prenda para os treinadores, para que eles sejam, sim, reconhecidos por todo o trabalho que fazem, por toda a dedicação que têm com os seus atletas, com a sua escola, com a paixão que cada um tem pela sua escola, com a integridade que cada um tem com a sua escola, passando todos os princípios para aquele atleta, seja ele criança, adulto ou idoso, princípios esses que aprendemos no Jiu-Jitsu.

Então, o professor tem que sempre ser reconhecido como o pilar principal ali de uma equipa.

Então, quando fazemos bons atletas, com índole boa, tanto competitiva, como caráter, com princípios da luta, é muito importante reconhecermos o professor que está por trás.

Então, este ano estamos a preparar uma lembrança, uma prenda de reconhecimento para esses professores que irão fazer parte da nossa festa, que estarão lá a apoiar os seus atletas, a apoiar a sua equipa, a apoiar a competição.

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