
O Dragon Combat está de regresso para a sua segunda edição no próximo dia 6 de junho, em Famalicão, prometendo uma noite recheada de emoção, rivalidade ibérica e grandes combates de K1.
Depois do impacto positivo da estreia do evento, a organização volta a apostar forte no crescimento da modalidade em Portugal, reunindo atletas nacionais e internacionais numa gala que pretende afirmar-se como uma referência no panorama dos desportos de combate.
Em entrevista à Fight News Portugal, Carlos Sá, promotor do Dragon Combat, falou sobre as expectativas para esta nova edição, a aposta nos confrontos entre Portugal e Espanha, a evolução do Kickboxing nacional e os objetivos futuros do projeto.
FightNews: Carlos, o Dragon Combat regressa para a sua segunda edição no próximo dia 6 de junho. Quais são as expectativas para este evento em comparação com a primeira edição?
As expectativas para esta segunda edição são muito elevadas. Conseguimos reunir um cartaz com atletas de enorme qualidade e, ao nível da organização, também houve um investimento muito forte para proporcionar um espetáculo ainda maior do que na primeira edição. Acreditamos que será um grande evento para todos os amantes dos desportos de combate.
FightNews: O Dragon Combat II aposta no formato Portugal vs Espanha sob regras de K1. Como surgiu a ideia deste desafio ibérico e o que representa para o evento?
Já na primeira edição tivemos alguns confrontos entre Portugal e Espanha e sentimos imediatamente o impacto positivo desse formato. Para esta edição decidimos apostar ainda mais forte, com nove combates ibéricos de grande nível. A ideia passa por dar aos atletas portugueses a oportunidade de competir com alguns dos melhores atletas do país vizinho, permitindo elevar cada vez mais o nível competitivo nacional.
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FightNews: Na tua opinião, o que torna este tipo de confronto entre Portugal e Espanha tão apelativo para os atletas e para o público?
Os confrontos internacionais têm sempre uma emoção diferente. Quando Portugal entra em ação frente a Espanha, o público envolve-se ainda mais e vibra pelos nossos atletas. Esse ambiente acaba também por motivar os lutadores portugueses, criando um entusiasmo extra e tornando cada combate ainda mais especial.
FightNews: Quantos combates estão previstos para esta segunda edição do Dragon Combat e já podes antecipar alguns nomes de atletas ou equipas que irão marcar presença no evento?
Estão previstos 16 combates no total: oito no pré-card e oito no card principal. Teremos três combates amadores, sete neo-profissionais e seis profissionais, garantindo uma gala muito completa e equilibrada.
Em termos de equipas, contamos com algumas das melhores de Portugal, de norte a sul, e também com grandes equipas espanholas, como a MFC, Team José Angel, Pro Team Canárias e Antarai Training Camp.
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FightNews: O nível do K1 nacional tem vindo a crescer bastante nos últimos anos. Como vês atualmente a evolução da modalidade em Portugal?
O K1 nacional tem vindo a crescer de forma muito positiva nos últimos anos. Existem cada vez mais eventos organizados em Portugal e também uma maior presença de atletas portugueses em competições internacionais. Essa experiência competitiva dá uma grande rodagem aos atletas e o aumento da qualidade é hoje bastante evidente.
FightNews: Que impacto acreditas que o Dragon Combat pode ter para a região de Famalicão e para a promoção dos desportos de combate?
A região Norte conta com várias equipas muito dinâmicas e com excelentes iniciativas dentro dos desportos de combate. O Dragon Combat pretende contribuir para esse crescimento, trazendo um grande evento à região, atraindo público e motivando atletas — e também novos praticantes — a evoluírem cada vez mais na modalidade.
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FightNews: Que legado pretendes deixar com este projeto dentro do panorama nacional dos desportos de combate?
O principal legado que queremos deixar é a imagem do Dragon Combat como um evento de excelência, marcado por combates de grande qualidade, equilíbrio e competitividade. Queremos que participar no Dragon Combat seja visto como um privilégio e uma referência dentro do panorama nacional dos desportos de combate.
FightNews: Quais são os principais objetivos para o crescimento do Dragon Combat no futuro?
O objetivo para o futuro é continuar a crescer de forma sustentável, sempre com a missão de criar oportunidades para novos atletas e, ao mesmo tempo, elevar a fasquia do evento. Queremos continuar a trazer atletas de referência nacional e oponentes internacionais, tornando o Dragon Combat cada vez mais forte e reconhecido.
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FightNews: Por fim, que mensagem gostarias de deixar a todos os atletas, equipas, patrocinadores e adeptos que estarão presentes no Dragon Combat II no próximo dia 6 de junho?
Aos atletas, deixo uma mensagem de máximo empenho e dedicação para que possam apresentar-se no melhor nível possível. Aos patrocinadores, um enorme agradecimento, porque são fundamentais para tornar possível um evento desta dimensão. E ao público, faço um convite especial para marcarem presença no dia 6 de junho. Será uma grande noite de desporto, com toda a emoção e ambiente das grandes galas, e tenho a certeza de que ninguém se vai arrepender de assistir.
Com uma forte aposta na internacionalização, no crescimento sustentável e na valorização do talento português, o Dragon Combat II promete afirmar-se como um dos eventos em destaque do calendário nacional de K1 em 2026. Famalicão prepara-se assim para receber uma grande noite de desportos de combate, marcada por rivalidade, competitividade e espetáculo dentro do ringue.