
A seleção brasileira voltou a afirmar-se entre as principais potências do Muay Thai mundial ao conquistar 12 medalhas — 10 de ouro e 2 de prata — no Campeonato do Mundo realizado entre 10 e 20 de março, em Banguecoque, na Tailândia, o berço da modalidade. Num contexto de elevada exigência competitiva, frente a alguns dos melhores praticantes do circuito internacional, o Brasil apresentou uma equipa equilibrada e altamente eficaz em diferentes categorias.
Sob a liderança do head coach Artur Mariano, a comitiva evidenciou não só qualidade técnica, mas também consistência ao longo da competição, com títulos distribuídos entre categorias profissionais, pro-am, sénior e youth. Este desempenho reforça o posicionamento do Brasil como uma referência global no Muay Thai, sustentado por uma estrutura técnica sólida e por uma nova geração de atletas em clara ascensão.
Mais do que os resultados, a prestação em Banguecoque reflete um trabalho contínuo de desenvolvimento da modalidade, com impacto direto na competitividade internacional da equipa.

Imagem Instagram
Profissional
Nathan Alves (63,5 kg)
Pro-am
Ândria Teixeira (54 kg)
Raquel Dias (57 kg)
Bernardo Vilela (60 kg)
Diego Baldissera (63,5 kg)
Yago Correia (71 kg)
Ryan Canedo (75 kg)
Linduarte Júnior (81 kg)
Sénior
Raian Wilber (91 kg)
Youth (16-17 anos)
Matheus Toledo (60 kg)
Youth (14-15 anos)
João Guilherme Hoffmann
Pro-am
Pedro Cézar Santis (91 kg)

A campanha brasileira foi sustentada por uma equipa técnica experiente e multidisciplinar:
Head Coach: GM Artur Mariano
Treinador assistente: Yan Fontoura
Assistentes:
Guilherme Hoffmann
Andreia Teixeira
Kelvin Medeiros
Staff:
Davison César
Fabiane Canedo

Competir na Tailândia, especialmente em Banguecoque, representa sempre um desafio acrescido no Muay Thai, não apenas pelo nível dos adversários, mas também pelo simbolismo cultural e técnico do local. Neste contexto, o desempenho da seleção brasileira ganha ainda maior relevância, ao demonstrar capacidade de adaptação e rendimento no mais alto nível competitivo.
A diversidade de categorias onde o Brasil conquistou títulos evidencia um trabalho estruturado de base, com continuidade entre escalões jovens e seniores, garantindo renovação e sustentabilidade competitiva.










