Muay Thai Yakuza Martial Arts
Yakuza Martial Arts: trabalho, união e crescimento num ano de desafios.
Jorge Ricardo, líder da Yakuza Martial Arts, analisa um ano competitivo exigente e aponta 2026 como um ano de continuidade e crescimento.
16/12/2025 17h08 Atualizada há 7 meses
Por: Redação Fonte: Redação Fight News
Imagem cedida Jorge Ricardo/ Foto Diogo Duarte Silva

O ano de 2025 foi marcado por muito trabalho, desafios e aprendizagens para a Yakuza Martial Arts. Sob a liderança de Jorge Ricardo, a equipa manteve-se competitiva, unida e focada não só nos resultados desportivos, mas também no crescimento humano dos seus atletas. Em entrevista, o treinador faz o balanço da época, recorda momentos marcantes e partilha a sua visão e ambição para 2026.

FightNews: Como faz o balanço geral de 2025 para a Yakuza Martial Arts, tanto a nível competitivo como formativo?

Foi mais um ano de muito trabalho e, pouco a pouco, vai-se evoluindo em todas as vertentes. De certa forma, foi positivo. Jogou-se por títulos e pelos lugares cimeiros em quase todas as competições, o que mostra que vamos no caminho certo. A nível formativo também foi bom, há sempre espaço para crescer.

Imagem cedida Jorge Ricardo / Foto Shooteveryday

FightNews: Quais foram, na sua opinião, os principais momentos ou conquistas da equipa ao longo deste ano?

Poderia dar uma mão cheia, mas vou escolher o Campeonato Nacional de Muay Thai 2025, pelo ano atípico que nós tivemos.

FightNews:Que importância dá ao crescimento humano e disciplinar dos atletas, para além dos resultados desportivos?

Imensa, pois é da maior relevância crescermos enquanto indivíduos. Todo o resto vem por acréscimo. São valores que tento passar, desde os mais novos aos mais velhos.

Imagem cedida Jorge Ricardo / Foto Shooteveryday

FightNews: Como avalia o espírito de equipa e a união do grupo ao longo desta época?

Isso sempre foi inabalável. Nunca foi algo que mudasse, nem pouco mais ou menos. “Onde vai um, vão todos”, mesmo com o ano atípico que foi.

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FightNews: Quais são os principais objectivos da Yakuza Martial Arts para 2026?

2026 é continuar activos. Recapitulando o ano passado, estivemos em três edições da Diamond League, uma Golden League, uma Salvaterra Fight Night, Campeonato Regional de Kickboxing, Open de Muay Thai de Évora, Campeonato Nacional de Muay Thai. Fizemos dois estágios com atletas da ONE, Rui Botelho e Fábio Reis, um campo de treino, estivemos presentes num estágio com Pipah e Somrack, em Madrid, e realizámos mais graduações.
Foi muito trabalho feito, agora é tentar replicar. Já há estágios em vista, galas, campeonatos e outras coisas em perspectiva. Agora é aguardar e ver o que acontece. O ginásio também está para crescer a nível de espaço, pois acho que todos nós merecemos. 2026 será certamente positivo.

Imagem cedida Jorge Ricardo / Foto Manuel Camarneiro

Imagem cedida Jorge Ricardo

FightNews: Que áreas considera prioritárias para continuar a elevar o nível da Yakuza Martial Arts em 2026?

Vamos continuar a formar pessoas e tentar fazer mais pelo Muay Thai nacional. Acho que precisamos de mais Muay Thai, verdade seja dita. Temos muita gente a trabalhar nesse sentido, como a Dina, o Rosário, o Rui Molero, o Fábio Teixeira, o André Silva, entre outros, mas ainda assim parece curto. Precisamos de mais clinch, mais desgaste, mais cotovelos e joelhos, e não de Muay Thai apenas no papel e depois ser praticado Kickboxing. Nada contra, mas é o que é.

FightNews: Enquanto treinador e líder, o que mais o motiva a continuar a desenvolver este projecto?

Isto é, e sempre será, de crescimento mútuo. Se todos crescerem, eu cresço. Gosto de aprender e este ano que está a terminar foi um ano de muita aprendizagem, tanto a nível profissional como pessoal, o que acabou por ser bastante agradável, verdade seja dita.

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FightNews: Por fim, que mensagem deixa aos alunos e famílias que confiam diariamente na Yakuza Martial Arts? Qual é a sua mensagem de agradecimento e motivação para 2026?

A mensagem que deixo é: sejam felizes, cuidem de vocês e dos vossos, e sejam sempre melhores pessoas do que ontem.