O nome de Paulo Benedito tornou-se incontornável nos bastidores do MMA em Portugal. Cutman internacional desde 2016 e o primeiro cutman ibérico profissional certificado desde 2018, soma passagens por algumas das maiores ligas do mundo e desempenha um papel essencial no desenvolvimento da modalidade em Portugal. Em entrevista, fala sobre a sua trajetória, os desafios da profissão e o futuro do MMA nacional.
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FightNews: Paulo, como começou a sua ligação aos desportos de combate e qual foi a sua primeira experiência dentro deste universo?
Estou ligado aos desportos de combate desde os meus 13 anos, treinando e praticando várias artes marciais, desde luta greco-romana, jiu-jitsu, krav maga, kali, jeet kune do, kung do, jiu-jitsu brasileiro, grappling e keysi.
Faço parte da Academia Unlimited desde 2006.
FightNews: Em que momento decidiu enveredar pelo caminho de profissional de cutman e o que o motivou a tornar-se árbitro de MMA a nível internacional?
Sou oficial cutman certificado desde 2016.
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FightNews: Quais têm sido os maiores desafios que encontrou ao longo da sua carreira como cutman e de que forma os tem superado?
Sou cutman internacional desde 2016, na IMMAF, onde atualmente sou cutman head coach e team leader.
Tenho sido cutman em eventos como: Brave, PFL Global, PFL Europe, ARES, SCC, Fight2One, Lion, Soko, WAR, WOW, Strikers e Batalla del Estrecho.
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Em Portugal faço parte da organização de todos os eventos de MMA, porque sou também o responsável pela equipa de cutman da FPLA. Sou um dos braços direitos do Luís Barneto, na promoção UMMA, entre outros.
Faço parte também da equipa que organiza o evento Fighter, com o Jorge Conde, entre outras colaborações.
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FightNews: Que metas ou objetivos pessoais e profissionais traçou para a próxima época como cutman?
O objetivo é sempre chegar à liga mais alta, o UFC.
Embora já tenha estado em ligas principais, como referi na pergunta anterior.
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FightNews: Qual é a sua visão sobre o atual momento do MMA em Portugal e que pontos considera fundamentais para o crescimento da modalidade no país?
O MMA em Portugal está no bom caminho, mas sinto que falta união e mais confiança na nossa Federação.
O caminho sempre foi duro, mas acho que o mais difícil já foi alcançado: o reconhecimento. Esse reconhecimento foi conseguido pela FPLA, com o empenho do Luís Barneto, do Pedro Silva e do CEO da IMMAF.
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FightNews: Na sua opinião, que importância tem a formação de novos profissionais na área de cutman e que conselhos deixaria a quem deseja seguir este caminho?
Eu defendo sempre a formação em todas as áreas. É muito importante, assim como a experiência adquirida.
Todos os nossos oficiais são reconhecidos internacionalmente.
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FightNews: Por fim, que mensagem gostaria de transmitir a todos os que acompanham e admiram o seu trabalho enquanto cutman internacional de MMA?
Como cutman, sendo eu o primeiro cutman ibérico profissional certificado desde 2018, quero agradecer aos promotores, atletas, treinadores e oficiais toda a confiança e respeito que têm por mim e por toda a minha equipa de cutmans.
Gratidão.
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