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Gustavo Oliveira: ‘Se a luta ficar em pé, vai ser nocaute. Se for para o chão, vai ser finalização’

O atleta luso-brasileiro prepara-se para a meia-final do torneio PFL Europe 3, em Nantes, no dia 26 de setembro.

Redação
Por: Redação Fonte: Redação Fight News
08/09/2025 às 15h07 Atualizada em 09/09/2025 às 21h45
Gustavo Oliveira: ‘Se a luta ficar em pé, vai ser nocaute. Se for para o chão, vai ser finalização’
Imagem PFL

Gustavo Oliveira promete espetáculo no PFL Europe 3 em Nantes

 

No próximo dia 26 de setembro, o atleta luso-brasileiro Gustavo Oliveira sobe ao cage da PFL Europe 3, em Nantes, França, para defrontar o atleta Baris Adiguzel. Após um nocaute viral com uma cotovelada rodada que correu o mundo, Gustavo chega a esta semifinal do torneio com confiança redobrada e a promessa de mais um espetáculo para os fãs.

Em entrevista exclusiva ao Fight News Portugal, o atleta fala sobre a preparação, o impacto da sua última vitória, a ligação entre Brasil e Portugal e os valores que as artes marciais trouxeram para a sua vida.

Imagem PFL

“Entro lá dentro para fazer o meu trabalho e estou pronto para o que vier”

FightNews: Como tem sido a sua preparação para este combate contra Baris Adiguzel para o PFL Europe 3: Nantes 2025, do dia 26 de setembro? Houve algo de diferente em relação à luta anterior?

A minha preparação tem sido muito intensa, muito forte. Preparei-me muito para ganhar este torneio e apresentar sempre um bom espetáculo para vocês dentro do octógono. A minha luta foi alterada, eu ia lutar contra o Mahio Campanell, mas infelizmente, parece que ele se lesionou. Não sei muitos mais detalhes. Colocaram esse rapaz aí para substituí-lo, mas para mim o foco é o mesmo. Eu entro lá dentro para fazer o meu trabalho e estou pronto para o que vier. Se a luta ficar em pé, ele vai ser nocauteado. Se a luta for para o chão, ele vai ser finalizado. E podem esperar mais um espetáculo vindo de mim.

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“Aquela cotovelada deu o que falar”

FightNews: O seu último nocaute com a cotovelada rodada correu mundo e deixou os fãs impressionados. Como foi para si viver esse momento e a repercussão que teve?

Pois é, aquela cotovelada deu o que falar. Eu sou muito grato ao PFL por ter-me dado essa oportunidade de mostrar o meu talento ao mundo. E eu tenho a certeza de que, se tivesse feito aquele nocaute em qualquer outro evento, não teria tido a repercussão que teve. Então, sou muito grato à organização. E podem ter a certeza que virão muitas mais cotoveladas, mais joelhadas, mais chutes giratórios. Esse é o meu estilo de jogo, eu gosto de dar um show para quem está a assistir. E, com certeza, essa não vai ser a minha última nomeação a nocaute do ano.

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“A minha estreia no PFL não podia ter sido melhor”

FightNews: Ao garantir um lugar nas meias-finais, como vê o seu percurso até agora na PFL e quais são os seus objetivos a curto e médio prazo dentro da organização?

Bom, eu acho que a minha estreia no PFL não podia ter sido melhor. Estrear com um nocaute no primeiro round, e da maneira que eu nocauteei, eu acho que é o que todo atleta almeja. E eu sou muito grato a Deus por me ter permitido viver esse momento. O futuro a Deus pertence. Estou focado agora, quero ganhar este torneio, mas tenho a certeza que num futuro breve serei uma grande estrela dentro do PFL.

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“Sou brasileiro e português, com muito orgulho”

FightNews: Sendo luso-brasileiro, sente que carrega duas bandeiras quando entra no cage? O que isso representa para si?

Pois é, muita gente tem essa dúvida: afinal, ele é brasileiro ou português? Resumindo rapidamente a minha história: nasci no Brasil, vivi lá até aos 10 anos de idade e depois migrei para Portugal. Aqui comecei a treinar artes marciais — taekwondo, boxe — e depois voltei ao Brasil, com 18 anos, para me especializar no MMA. Desde então, estou sempre entre Brasil e Portugal. Para mim, é uma grande honra representar estas duas grandes nações. Sou brasileiro e português com muito orgulho.

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“Nunca entro para fazer uma luta chata”

FightNews: O que é que o público pode esperar de si no cage da PFL no próximo dia 26 de setembro, em Nantes?

O público pode esperar de mim em Nantes, no dia 26, mais uma vez, muita agressividade, muita raça, muita vontade, muita ousadia e um grande show, com certeza. Eu nunca entro para fazer uma luta chata.

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“As minhas faculdades são as artes marciais”

FightNews: Quais foram os principais valores que as artes marciais lhe trouxeram, tanto dentro como fora do cage?

Tenho a certeza de que, se não fossem as artes marciais na minha vida, o Gustavo de hoje estaria meio perdido no mundo. Graças às artes marciais, eu tenho uma profissão. Desde pequeno dizia à minha mãe que não queria fazer faculdade, que a minha faculdade ia ser a luta. E graças a Deus tem sido assim. Hoje já sou faixa-preta de duas modalidades e espero, agora no começo do ano, conquistar a terceira faixa-preta da minha vida. Essas são as minhas faculdades.

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“Podem esperar uma grande guerra”

FightNews: Por fim, que mensagem gostaria de deixar para os fãs que vão assistir à sua luta em Nantes e para aqueles que o seguem em Portugal e no Brasil?

Quero deixar mais um agradecimento. Quero agradecer pelo carinho e pelo apoio que todos têm comigo. Tanto o pessoal do Brasil, como o pessoal de Portugal, como as pessoas do mundo inteiro. Recebo mensagens diariamente e podem esperar agora, no dia 26, uma grande guerra. Estou pronto para sair na mão. Estou pronto para buscar esta vitória. Estou pronto para chegar à final.

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