A Yakuza Martial Arts prepara-se para uma nova época cheia de desafios e objetivos. À frente da equipa está Jorge Ricardo, treinador que alia paixão, disciplina e uma filosofia muito própria, colocando sempre a formação humana à frente do rendimento desportivo. Nesta entrevista, o head coach partilha connosco a sua visão sobre o presente e o futuro da equipa.
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FightNews:Quais são os principais objetivos da Yakuza Martial Arts para esta nova época?
Jorge Ricardo: Os objetivos mantêm-se iguais: trabalhar, trabalhar bem e com gosto, e estar o mais ativo possível.
FightNews: E a nível pessoal, enquanto líder e treinador, que metas traçou para si próprio nesta fase?
Jorge Ricardo: Honestamente falando, vou procurar olhar mais para dentro. Foi muita coisa a acontecer num ano e, por vezes, há que parar, ficar a olhar e ver o que acontece.
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FightNews: Que expectativas tem em relação ao crescimento da equipa e à evolução dos seus atletas?
Jorge Ricardo: Em relação a isso existe sempre muita coisa para acertar. O jogo é simples e, muitas vezes, nós é que o complicamos. Acho que é tudo muito questão de pormenores.
FightNews: Que competições estão já em vista para os atletas da Yakuza Martial Arts?
Jorge Ricardo: De momento temos em mente as competições federativas. Todo o resto logo se verá.
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FightNews: Quais são os valores que procura transmitir diariamente na sua academia?
Jorge Ricardo: Os valores são simples: pés no chão sempre, não se precipitem e vivam. Quando tentas, muitas vezes, formar homens e mulheres, eles já vêm com um peso em cima que devem soltar – e por vezes não é fácil fazê-lo. Só quero é que todos eles sejam melhores do que ontem.
FightNews: Por fim, qual é o maior orgulho que sente ao acompanhar o percurso dos seus alunos?
Jorge Ricardo: Sabes, acho que a pergunta tem que ser feita de outra forma. Primeiro, há que os formar enquanto pessoas e depois formar enquanto atletas. É dar prioridade a eles enquanto pessoas, pais e filhos – e depois vem o atleta. Mais uma vez: sem precipitação, pés bem assentes na terra, e é só irem vivendo.
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