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Débora e o Wushu Kung Fu: Determinação, Sacrifício e Orgulho Nacional
A atleta portuguesa de Wushu Kung Fu fala sobre os desafios da competição no dia 29 de março, em Sérvia, a importância do apoio e o orgulho de representar Portugal.
23/03/2025 19h41 Atualizada há 1 ano
Por: Redação Fonte: Redação Fight News
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No mundo das artes marciais, a dedicação e a resiliência são elementos fundamentais para o sucesso. Débora Bandeirinha, atleta portuguesa de Wushu Kung Fu, prepara-se para mais um desafio internacional, dia 29 de março, em Rekreativno–sportski centar “Zvornik", Sérvia, e partilhou connosco as suas expectativas e experiências.

FightNews: Como tem sido a tua preparação para este evento? Alguma estratégia especial para enfrentar os adversários sérvios?

Débora Bandeirinha: A minha preparação tem sido bastante complicada devido à perda de peso, mas ela gira em torno de muito treino e de me focar na dieta. Não estou a pensar em nenhuma estratégia em si e mais em deixar o jogo o mais limpo possível para não haver favoritismo. De resto, estou a pensar em tentar trabalhar mais projeções, já que normalmente não é o meu ponto forte.

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FightNews: O que significa para ti representar Portugal num evento internacional como este?

Débora Bandeirinha: Para mim, é um orgulho e um sonho conquistado representar o meu país, tanto nesta gala como nos europeus passados.

FightNews: Quais são as principais dificuldades de competir fora de Portugal? O ambiente e as regras mudam muito?

Débora Bandeirinha: Para mim, as maiores dificuldades fora são, sem dúvida, o ambiente. Se não estivermos bem preparados psicologicamente, podemos ir abaixo. As regras não variam, a federação nacional aplica as mesmas regras que são colocadas nos europeus e mundiais.

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FightNews: Qual é o teu principal objetivo nesta competição?

Débora Bandeirinha: O meu principal objetivo é fazer o que eu cresci a fazer e sentir que dei tudo de mim, e fazer com que tanto o meu treinador quanto os meus colegas de equipa fiquem orgulhosos da minha prestação.

FightNews: O que te motivou a entrar no mundo do Wushu Kung Fu? Como começou a tua jornada?

Débora Bandeirinha: Eu entrei para o Kung Fu em 2018, vinda do Kenpo, com a minha irmã mais velha. Eu queria escolher outra arte marcial, mas acabei por querer evoluir ao lado dela, então fiquei pelo Kung Fu e comecei a lutar em Sanda.

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FightNews: Por fim, tens alguma mensagem para os teus apoiantes e para quem quer seguir os teus passos no Wushu Kung Fu?

Débora Bandeirinha: Para quem me apoia, gostava de dizer obrigado pela paciência, porque eu sei que é complicado estarem sempre a ouvir que eu não posso sair porque estou em dieta ou porque tenho treinos. Para quem quer seguir este tipo de vida, eu sei que não é fácil e que é um caminho muito solitário, mas tentem arranjar pelo menos uma pessoa que esteja ao vosso lado, porque é tudo o que precisam.